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Deputado Federal · Rio Grande do Sul
Foto de urna de Maurício Dziedricki
Suplente

Maurício Dziedrickiquanto gastou na campanha de 2026

Deputado Federal · PODE · nº 2020 · Rio Grande do Sul

Cada voto custou

R$ 32,02

Mais caro que 60,4% dos 369 candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul.

Maurício
Voto mais baratoMais caro
Votos
40.395
Gastou
R$ 1,29 mi
um milhão, duzentos e noventa mil reais
Arrecadou
R$ 2,23 mi
dois milhões, duzentos e trinta mil reais

Em resumo

  • Teve o 224º menor custo por voto entre os 369 candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul que tiveram votos e declararam gastos.
  • 100% do dinheiro arrecadado veio de: repasse do partido.
  • O maior gasto foi com cabos eleitorais e ações de rua: 52,2% de tudo o que gastou.
  • 15,8% dos votos vieram de Porto Alegre, entre 422 municípios com voto.
  • Usou 40,7% do limite legal de gastos do cargo, que é de R$ 3,18 milhões.
  • Declarou ter R$ 23 mil em bens ao registrar a candidatura.

Comparado aos outros candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul

O voto custou mais que o de 60,4% dos 369 candidatos a deputado federal que tiveram votos e declararam gastos. Metade dos eleitos pagou menos de R$ 11,25 por voto.

R$ 32,02
Metade pagou menos de R$ 24,03 por votoOutros candidatosEste candidato

Dinheiro da campanha

Limite legal de gastos do cargo40,7% usado

R$ 1.293.361,73 gastos de um limite de R$ 3.176.572,53

Com o que gastou

475 despesas registradas · R$ 1.289.171 já pagos

Gastos por tipo
R$ 1,29 migastos

um milhão, duzentos e noventa mil reais

  • Cabos eleitorais e ações de rua52,2%R$ 675 mil
  • Doações a outros candidatos e partidos41,8%R$ 540 mil
  • Anúncios pagos na internet4,8%R$ 62 mil
  • Aluguel de veículos0,4%R$ 5.500
  • Outros (3)0,8%R$ 11 mil
Gastos por tipo, lista completa
Ver todos os tipos (7)
  • Cabos eleitorais e ações de ruaR$ 675 mil52,2%
  • Doações a outros candidatos e partidosR$ 540 mil41,8%
  • Anúncios pagos na internetR$ 62 mil4,8%
  • Aluguel de veículosR$ 5.5000,4%
  • Taxas de banco e cartãoR$ 5.0210,4%
  • Anúncios em jornais e revistasR$ 3.6000,3%
  • Aluguel de imóveisR$ 2.0000,2%

Empresas que mais receberam

  1. 1Paulo Roberto da SilvaR$ 140 mil
  2. 2Antonio Elemar de OliveiraR$ 100 mil
  3. 3Paulo Sergio Silva PereiraR$ 95 mil
  4. 4Gabriel Dias da SilvaR$ 90 mil
  5. 5Facebook Servicos Online do Brasil Ltda.R$ 62 mil

Pessoas contratadas (que não são empresas) não aparecem aqui, para proteger seus dados. A lista completa de fornecedores está no DivulgaCandContas (abre em nova aba) .

De onde veio o dinheiro

R$ 2.232.693 arrecadados

100% veio de repasse do partido: R$ 2.232.693,43.

De onde vieram os votos

Votos em 422 municípios. Só em Porto Alegre vieram 15,8% deles.

Votos nos municípios com mais votos
  • Porto Alegre6.38415,8%
  • Portão2.1425,3%
  • Viamão2.0995,2%
  • Capão da Canoa1.9154,7%
  • Montenegro1.5873,9%
Ver mais 5 municípios
  • Guaíba1.5823,9%
  • Novo Hamburgo1.2893,2%
  • Lagoa Vermelha9552,4%
  • Canoas8242%
  • São Leopoldo7851,9%

Perfil da candidatura

Dados que o próprio candidato registrou no TSE.

Idade na posse
47 anos
Ocupação
Advogado
Escolaridade
Superior completo
Natural de
Curitiba (PR)
Situação da candidatura
Deferido

Patrimônio declarado

R$ 23 milem 2 bens

Patrimônio declarado por tipo de bem
  • TerrenoR$ 23 mil
  • Depósito bancário em conta corrente no paísR$ 9

Candidaturas anteriores

  1. 2022Deputado Federal · Rio Grande do Sul · PODESuplente
  2. 2018Deputado Federal · Rio Grande do Sul · PTBEleito por quociente partidário
  3. 2016Prefeito · Porto Alegre · PTBNão eleito
  4. 2014Deputado Estadual · Rio Grande do Sul · PTBEleito por média
  5. 2010Deputado Federal · Rio Grande do Sul · PTBSuplente
  6. 2008Vereador · Porto Alegre · PTBEleito
  7. 2004Vereador · Porto Alegre · PTBEleito

Compare com outros candidatos

Do PODE, com votação próxima

Custo por voto parecido no Rio Grande do Sul

Ver todos os candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul

Como ler estes números

Tudo nesta página vem do TSE e foi declarado pelo próprio candidato.

Metodologia completa
Custo por voto
Tudo o que o candidato declarou ter gasto, dividido pelos votos que ele recebeu no 1º turno. Entra o que já foi contratado, mesmo que ainda não tenha sido pago.
Situação das contas
Os números são da última prestação de contas entregue ao TSE, em 02/10/2026. Ela ainda não é a final: a final vence 30 dias depois da eleição e pode mudar estes valores. Depois, a Justiça Eleitoral ainda analisa e julga as contas.
Mapa dos votos
Peso no total é a parte dos votos do candidato que veio de cada lugar (somando tudo, dá 100%). Preferência local é, de cada 100 votos válidos para o cargo no lugar, quantos foram para o candidato (para deputado, a base inclui quem votou só no número do partido). Os totais por lugar vêm do arquivo de detalhe da votação por município e zona do TSE; o desenho, da malha municipal de 2022 do IBGE.
Repasse do partido
Na maior parte é dinheiro público: o fundo eleitoral e o fundo partidário, que os partidos dividem entre seus candidatos.
Fonte
Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): candidatos, votação por município, prestação de contas e bens declarados de 2026. Votação gerada em 08/10/2026.
O que não mostramos
CPF, data de nascimento, endereço dos bens e nomes de pessoas contratadas ou que doaram. Gênero e cor ou raça só aparecem somados, na página do cargo.
Detalhe completo
Notas fiscais, todos os fornecedores e o histórico de entregas estão na ficha do candidato no DivulgaCandContas (abre em nova aba) .

Para quem fez campanha em 2026

O TSE mostra quanto custou. O ElegeHub mostra por quê.

Cruzamos o resultado de cada município com a sua base: quem você conhecia, com quem conversou no WhatsApp e onde a mensagem virou voto. Sem expor dado pessoal, só contagens.