Como calculamos o custo do voto
Custo por voto = despesa contratada declarada ao TSE ÷ votos nominais no 1º turno. Todo número vem de dado público do Tribunal Superior Eleitoral. O ElegeHub não estima, não corrige e não completa valor nenhum.
De onde vêm os dados
Portal de Dados Abertos do TSE, licença Creative Commons Atribuição (CC BY).
- Candidatos
nome de urna, número, partido, cargo, situação da candidatura e resultado da totalização. Também as redes sociais e a foto de urna que o próprio candidato registrou.
- Resultados
votos nominais por candidato em cada município e zona eleitoral e, no detalhe da votação por município e zona, o total de votos válidos de cada cargo em cada lugar (base da preferência local do mapa).
- Prestação de contas eleitorais
receitas, despesas contratadas e despesas pagas de cada candidato, com a data e o tipo de cada entrega.
- Malha municipal do IBGE
o desenho dos estados e municípios do mapa de votos (malha de 2022, versão simplificada).
- DivulgaCandContas
Cada página de candidato tem o link "Ver no TSE", que abre a ficha oficial com os lançamentos item a item, as notas fiscais e o histórico de entregas.
Quando atualiza
Todo dia, às 6h10, baixamos os arquivos que o TSE publicou e reconstruímos as páginas. Votação: arquivo gerado pelo TSE em 08/10/2026. Contas: arquivo gerado em 08/10/2026.
São 20.065 candidatos do 1º turno. Os que foram eleitos, foram ao 2º turno ou passaram de 10.000 votos têm página própria; os demais aparecem na busca e nas listas por estado e cargo.
O que o número não diz
- Prestação parcial não é a conta final
- Até a prestação final, que vence 30 dias depois da eleição, os candidatos entregam relatórios parciais. Os valores podem subir, descer ou ser retificados. Cada página informa a data e o tipo da entrega usada.
- Despesa contratada não é despesa paga
- O custo por voto usa a despesa contratada, que é o compromisso assumido pela campanha. A despesa paga aparece ao lado e costuma ser menor enquanto a conta não fecha.
- Só votos nominais do 1º turno
- O divisor são os votos nominais do candidato no 1º turno. Votos de legenda não entram. Para quem disputa o 2º turno, a entrega de contas mais recente já soma os gastos das duas fases, e a página avisa quando isso acontece.
- Mapa: peso no total e preferência local
- O mapa de votos de cada candidato mostra duas contas. Peso no total: quanto cada estado ou cidade pesa no total de votos do candidato; somando todos os lugares, dá 100%. Preferência local: de cada 100 votos válidos para o cargo no lugar, quantos foram para o candidato (para deputado, a base inclui quem votou só no número do partido). Cidade pequena pode ter preferência alta e peso baixo. As cores dividem os lugares com voto em 5 grupos do mesmo tamanho. O desenho é a malha municipal de 2022 do IBGE; município criado depois dela aparece na lista e na busca, mas não no mapa.
- Número baixo não é sinônimo de eficiência
- O custo por voto mede quanto foi declarado, não a qualidade da campanha. Candidatos muito conhecidos tendem a ter custo baixo; campanhas de primeira disputa, alto. Compare sempre com quem disputou o mesmo cargo no mesmo estado.
- O que não mostramos
- Não publicamos CPF, título de eleitor, data de nascimento, e-mail nem os nomes de doadores. Entre os fornecedores, só aparecem empresas; pessoas físicas contratadas pela campanha nunca são listadas.
- Redes sociais
- Vêm do registro que o candidato fez no TSE. Mostramos só o endereço do perfil. Links de post, de compartilhamento e de rastreio são descartados, porque o TSE grava tudo em maiúsculas e esses links quebram.
Quem publica e como corrigir
Publicado pelo ElegeHub, plataforma da ATLANTIDA CODE SOLUTIONS LTDA (CNPJ 31.379.930/0001-21).
Encontrou um número diferente do TSE, ou quer pedir a correção ou a remoção de um dado pessoal? Escreva para privacidade@elegehub.com.br. Se o erro estiver na origem, a correção precisa ser feita na prestação de contas junto à Justiça Eleitoral, e a página se atualiza na importação seguinte.